domingo, 7 de agosto de 2016

Liberdade


Um dia deitei-me 
E de braços abertos sonhei
E no lindo céu azul
Foi lá que voei, voei.

De asas abertas pairei
Nas bolsa de ar descansei
Que liberdade tão grande
E neste sentimento fiquei.

Fui onde as asas me levaram
Achei que tudo me era possível
Espreitei todos os meus sonhos
E achei que conseguia; incrível!

Todos os sonhos visitei
Todos os os meus sentimentos soltei
Tirar os pés do chão é preciso
Fechando as asas me abracei.

Ver o invisível e tornar tudo possível
Era essa a minha grande vontade
Da cama é preciso sair
 dar um sentido à LIBERDADE!



Cristina

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Assim é a vida



Assim é a vida...
momentos bons,
momentos menos bons
colorida, cheia de tons.

Assim é a vida...
cheia de calor 
ou um frio intenso
parece mesmo um mar imenso.

Assim é a vida...
Muitas ondas, embrulhadas
às vezes nem na calmaria
dá para boiar descansadas.

Assim é a vida...
uma correria desenfreada
para acabar sempre da mesma maneira
num frio inverno, toda engelhada.

Momentos de felicidade é certo
Mas alguns uma desilusão
Desejar mal aos outros
Faz-me imensa confusão.

Mas assim é a vida...
Nadando neste imenso mar
Uma coisa é mais que certa
Temos todos que aprender a nadar.



Cristina 


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Natal


Natal é uma criança
Que a outra dá a mão
Natal é alegria, é a partilha
É cantar uma canção
Vamos todos pelo mundo
Perceber o que é Natal
Nem todos o festejam
São culturas, é normal
O importante é o amor
Que há em cada coração
Oferecer um pouco a todos
Embrulhar num xi-coração
Diferentes tradições
Presentes por abrir
Partilhar com quem não tem
Importante é dar a mão
Festejar com o coração. 


Cristina


domingo, 27 de setembro de 2015

Brinde à vida


A vida é uma soda,
Já Focrates dizia...
Mas com aquele mar azul
Um brinde se fazia.
Golfinhos, mergulhos e boa companhia
Os pezinhos molhamos.
Foram dias felizes
E à vida brindamos.

Cristina

domingo, 9 de novembro de 2014

Brincando


Estava sol mas chovia também
Passeava e olhava silenciosa
Prateado brilhava ao sol
Brincava na parte rochosa
Parecia nada lhe importar
Levantava-se, enrolava-se, batia
Queria comigo, talvez, brincar
Quando por vezes a escada subia
Enrolava... desenrolava...
Ora subia, ora descia
Anda cá, vem brincar
Parecia ele que dizia
Foi então que me aproximei
Fiquei a ver um bocadinho
A sorrir desci a escada
Lá fui molhar o pezinho.

Cristina

Cançao do Mar. Dulce Pontes.